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Crystal Palace 1-1 Arsenal - Ficha de Jogo



O Arsenal voltou a perder pontos na Premier League ao empatar a uma bola em Selhurst Park. Naquele que terá sido para já o pior jogo da era de Mikel Arteta, os Gunners até começaram bem o encontro graças ao golo de Aubameyang aos 12 minutos, mas numa segunda-parte para esquecer, viram o Palace a empatar, Lucas Torreira a sair lesionado e Aubameyang a ver o cartão vermelho.


Arsenal: Leno, Maitland-Niles, Sokratis, Luíz, Kolasinac, Torreira, Xhaka, Pépé, Özil, Aubameyang, Lacazette
Subs: Martínez, Saka, Holding, Willock, Martinelli, Guendouzi, Nelson

Crystal Palace: Guaita, Kelly, Tomkins, Cahill, Riedewald, Meyer, McCarthy, Kouyaté, McArthur, Zaha, Ayew
Subs: Hennessey, Dann, Woods, Kirby, Pierrick, Tosun, Wickham


Mikel Arteta manteve o mesmo onze que derrotou o Manchester United por 2-0, no último jogo para a Premier League. Mesmo nos convocados a única alteração passou pelo regresso de Gabriel Martinelli ao banco de suplentes para o lugar de Dani Ceballos.

O Arsenal dominou praticamente toda a primeira parte mas as duas equipas raramente conseguiram chegar com perigo à área adversária. A primeira vez que tal aconteceu deu golo para os Gunners. Passe longo de David Luíz, Lacazette desmarca Aubameyang e o avançado gabonês de frente para a baliza dos Eagles não teve dificuldade em inaugurar o marcador aos 12 minutos.


O Arsenal continuou a dominar mas sem criar perigo e apenas nos últimos 10 minutos da primeira parte a equipa da casa apareceu para jogar. Ainda assim criou apenas uma ocasião de perigo, depois de uma jogada confusa à entrada da área, quando Kouyaté faz um remate forte e obriga Bernd Leno a uma defesa a dois tempos.

A vantagem do Arsenal ao intervalo era por isso justa, não só pelo domínio exercido em toda a primeira parte, mas também pela capacidade de finalizar a única oportunidade criada.

A segunda parte foi demasiada má para o Arsenal e começou logo com uma má notícia. Lucas Torreira já não voltou para o relvado, devido a lesão, e Mattéo Guendouzi entrou para o seu lugar.

A equipa do Crystal Palace entrou a todo o gás e chegou ao golo aos 54 minutos, com alguma sorte, por Jordan Ayew. O avançado ganês remata na direita, a bola desvia em David Luiz e engana Bernd Leno que nada pôde fazer para evitar o golo do empate dos Eagles.


O Arsenal ficou perto de voltar à vantagem no marcador aos 61 minutos. Pontapé de canto marcado por Nicolas Pépé e aparece David Luiz a desviar de cabeça ao primeiro poste mas a bola passa por cima da baliza de Guaita, batendo ainda nas malhas superiores.

Aos 64 minutos mais dores de cabeça para o Arsenal. Entrada duríssima de Aubameyang sobre Max Meyer e o árbitro Paul Tierney a mostrar o cartão amarelo. No entanto o VAR chamou o árbitro inglês à atenção e este alterou o cartão amarelo para vermelho direto, expulsando assim o capitão do Arsenal deste jogo e também dos próximos da Premier League.

O Crystal Palace aproveitou a vantagem numérica dentro de campo para crescer no jogo mas apenas conseguiu criar uma oportunidade de perigo aos 78 minutos. Cruzamento de Zaha na esquerda para o segundo poste, James Tomkins aparece a cabecear e Sokratis, em cima da linha de golo, evita o segundo golo dos Eagles.

Já perto do fim o Arsenal ainda podia ter chegado à vitória, mas a defesa de Guaita e poste da baliza do Crystal Palace evitaram o golo. Remate de Pépé na esquerda, o guarda-redes dos Eagles faz uma excelente defesa, a bola vai ao poste e na recarga Lacazette atira contra o guardião adversário, passando assim o perigo.

O empate acaba por ser um mal menor, num jogo em que podíamos e devíamos ter conseguido mais. A vitória teria aproximado ainda mais o Arsenal dos lugares europeus, mas assim com este empate volta a marcar passo e agora a ficar sem o goleador de serviço da equipa devido à expulsão.

1 comentário:

  1. Os árbitros são uma tristeza. O Arsenal não consegue jogar futebol. Sempre que alguém tem a bola é derrubado e mesmo quando continua com a bola, volta a ser falta e só aí é que o jogo pára. Não são assinaladas metade das faltas, os árbitros deixam jogar e os adversários vão ganhando confiança, no sentido que podem continuar a não deixar jogar porque nunca levam cartão amarelo. Estas acções desgastam os jogadores, lesionam-nos e provocam reacções de revolta e também de auto-protecção. Pelo contrário, o adversário ganha força e confiança. E entre outras coisas, consegue-se chegar ao fim do jogo com um jogador expulso (correcto), mais cartões amarelos que o adversário e quase com o dobro das faltas assinaladas em relação ao adversário. Espantoso!

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