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Arsenal 3-1 Leicester City - Report



Começam a faltar palavras para descrever este Arsenal! Se é verdade que a primeira parte é de baixo nível, o segundo tempo foi excepcional numa equipa que foi hoje inspirada por Mesut Özil, Pierre-Emerick Aubameyang e Alex Iwobi. Os Gunners levaram de vencida a equipa do Leicester City por 3-1 e somam a 10ª vitória consecutiva da época.


Arsenal: Leno, Bellerín, Mustafi, Holding, Lichtsteiner, Torreira, Xhaka, Mkhitaryan, Özil, Iwobi, Lacazette
Subs: Martínez, Medley, Smith Rowe, Guendouzi, Ramsey, Welbeck, Aubameyang

Leicester City: Schmeichel, Amartey, Maguire, Evans, Pereira, Mendy, Ndidi, Chilwell, Maddison, Iheanacho, Vardy
Subs: Ward, Söyüncü, Fuchs, Iborra, Ghezzal, Albrighton, Okazaki


Emery realizou poucas alterações no onze titular mas se calhar o destaque foi para a introdução de Stephan Lichtsteiner no lado esquerdo da defesa devido à lesão de Nacho Monreal e Sead Kolasinac não ter recuperado a tempo.

Na primeira parte o Leicester até esteve melhor no encontro e começou com perigo logo aos 3 minutos por Iheanacho, mas o avançado dos Foxes atirou por cima da barra da baliza de Bernd Leno. O avançado nigeriano voltou a causar perigo pouco depois, desta vez num remate fora da área, e obrigou Leno a esticar-se para defender a bola para canto.

Aos 17 minutos erro grave do árbitro Chris Kavanagh a beneficiar o Arsenal. Rob Holding que já tinha visto um amarelo pouco antes joga, a bola com a mão dentro da área, mas o árbitro inglês não viu. Grande penalidade perdoada aos Gunners e o defesa a livrar-se de ir tomar banho mais cedo no jogo.

Aos 20 minutos a equipa visitante volta a estar muito perto do golo num erro crasso da defensiva do Arsenal. Maddison bate um livre à entrada da área e Maguire aparece solto de marcação ao segundo poste, obrigando Leno a uma fantástica defesa em resposta ao cabeceamento adversário.

O melhor que o Arsenal conseguiu fazer para responder foi o remate de longe de Lacazette aos 25 minutos, mas a bola passou ainda longe da baliza de Schmeichel. Não foi por isso de estranhar que o Leicester City chegasse ao golo, mas num auto-golo de Héctor Bellerín. Chilwell apareceu na esquerda a tentar cruzar para a área, mas Bellerín colocou o pé e desviou a bola para dentro da baliza, enganando Bernd Leno que nada pôde fazer para evitar o golo adversário. O Leicester City chegava com justiça à vantagem no marcador.

A partir do golo adversário o Arsenal cresceu no jogo e começou a aparecer com perigo junta da área adversária. Primeiro foi Granit Xhaka, aos 33 minutos, num pontapé de livre que obrigou Schmeichel a uma excelente defesa em voo e o golo acabaria por aparecer já quase em cima do intervalo por Mesut Özil. O jogador alemão conduziu a jogada a partir do meio campo, colocou na direita em Bellerín e o espanhol cruzou rasteiro para a zona de pénalti, com Özil a fazer uma excelente finalização e a estabelecer o empate no marcador.

Ao intervalo o resultado até parecia ser um pouco injusto para a equipa visitante, mas o Arsenal mostrava que estava a reagir ao golo sofrido. Por isso não foi de estranhar a entrada fulgurante no segundo tempo.

Lacazette aproveitou logo aos 49 minutos um erro da defesa do Leicester para rematar com perigo e na recarga a esse remate, Mkhitaryan atirou ao lado da baliza de Schmeichel.

Apesar do domínio dos Gunners até poderia ter sido os Foxes a chegarem novamente à vantagem no marcador. Aos 58 minutos, num pontapé de canto, Ndidi saltou mais alto que toda a gente à entrada da pequena-área e atirou a bola com estrondo à barra da baliza de Leno. Muita sorte para o Arsenal nesta altura.

Na resposta Emery lançou Aubameyang em campo e o avançado gabonês causou logo estragos. Özil num passe a rasgar que passou por toda a linha do meio campo e defensiva do Leicester serviu Bellerín, que cruzou para Aubameyang e o avançado, sozinho na pequena-área, só teve de encostar para o fundo da baliza. 2-1 e o Arsenal estava na frente do marcador para garantir mais três pontos.

Com o ritmo imprimido no jogo não foi de estranhar que os Gunners chegassem ao 3-1 logo três minutos depois. Mais uma jogada excepcional de Özil, numa combinação com Lacazette e Aubameyang que terminou com o avançado gabonês aparecer novamente sozinho na pequena área a terminar o jogo para o lado do Leicester.

Özil esteve novamente perto de servir para golo, desta vez Lacazette aos 78 minutos, mas o avançado francês estava numa noite negativa e sozinho frente a Schmeichel não conseguiu colocar a bola no fundo da baliza. Pouco depois foi a vez de Iwobi servir Lacazette, mas o avançado, em cima da linha da pequena área atirou por cima da baliza do Leicester.

Vitória justa do Arsenal. O Leicester City dominou a primeira meia hora mas os Gunners acordaram depois do golo sofrido e não voltaram a dar hipóteses à equipa adversária. Assim a nossa equipa não desarma na corrida da Premier League, apanhando o Chelsea na tabela e continuando dois pontos atrás da dupla de líderes que são Liverpool e Manchester City.

Agora atenções viradas para Alvalade (e nós vamos lá estar) e para a conquista de mais um bom resultado, de forma a selar a passagem no grupo E da Liga Europa. O jogo é já na quinta-feira às 17:55.


MELHOR EM CAMPO - Mesut Özil
Pela primeira vez a titular a capitanear o Arsenal na Premier League, Özil brindou os adeptos com uma excelente exibição. Primeiro com uma excelente finalização no golo do empate numa altura crucial do jogo, e depois com dois grandes passes que deram dois golos a Aubameyang. Esta foi uma das suas melhores exibições pelo Arsenal nos últimos tempos.

3 comentários:

  1. Unai Emery, é o craque que nos faltava, senti o cheiro de Arsene Wenger com o seu futebol bonito e atrativo, mais com pragmatismo do Espanhol, Iwobi está voando e o Özil está mostrando que ele usa os pés com as fadas usam a varinha e por favor alguém me diz que o Guendouzi não tem 19 anos, porque joga que nem gente grande, por alguns instante tive receio de o Xhaka sair com um cartão vermelho ao que tudo indica os outro grandes já devem olhar pra nós com mais respeito e apreensão.

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    1. Eu cá senti a presença de Wenger quando vi o Xhaka a ser encostado a lateral esquerdo... MEDO!

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    2. Ricardo Pires também tive essa impressão. Já é lento como trinco, imagina na lateral...

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