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Wenger deixa conselhos para o seu sucessor



Arsène Wenger disse que o seu sucessor deverá estar completamente focado no clube e trabalhar para o clube como se a sua vida dependesse disso. Apesar destas declarações, diz que não terá nenhum papel na escolha do seu sucessor.

Em entrevista à Sky Sports na antevisão ao seu último jogo no Emirates, o treinador francês de 68 anos falou ainda do seu futuro, não sabendo se fará uma pausa na carreira ou se entrará já num próximo desafio.

A sua saída...
"Sinto-me triste porque adoro este clube e adoro o que este clube representa e depois de uma dedicação de 22 anos não se sai facilmente. Lidei com situações difíceis na minha vida e continuarei a fazê-lo".

O regresso ao Emirates no futuro...
"Claro, porque não? Primeiro de tudo tenho que decidir o que vou fazer no futuro e tenho de me afastar. Não sei se alguma vez trabalharam num clube de futebol mas a imagem que tenho tem 22 anos e isso exige reflexão, bem como distância".

Se precisa de uma pausa...
"Não sei, talvez. Depois de três semanas parado posso pensar que estou farto e quero voltar a trabalhar. Neste momento todas as opções estão em aberto e por isso ainda não sei".

A vida sem futebol...
"Se não trabalhar vou ver futebol todos os dias. Isso não mudará".

Se terá uma palavra a dizer sobre a escolha do seu sucessor...
"Não, não estou envolvido nisso. Não é esse o meu trabalho. O meu trabalho passa por trabalhar para o clube com a equipa. O meu trabalho não é escolher o meu sucessor. Se alguém pedir a minha opinião claro que a darei. Penso que um clube trabalha bem quando cada um faz o seu trabalho".

A especulação sobre Zeljko Buvac...
"Não o conheço bem. Publicamente penso que é melhor eu não falar sobre esse assunto. Pode tornar-se uma desvantagem para outros candidatos ao lugar e não quer colocar qualquer pressão nas pessoas. O melhor é que se sintam completamente livres para escolherem quem quiserem".

Os requisitos que o seu sucessor necessita...
"Terá de fazer deste clube uma prioridade na sua vida e estar completamente comprometido como se fosse o dono do clube. Não existe outra forma de gerir um clube desta dimensão, pensando que a nossa vida depende de onde o levamos. Tem de dar tudo para ter sucesso".

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