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Report: Arsenal 0-3 Manchester City



Arsenal: Cech, Bellerín, Mustafi, Koscielny, Kolasinac, Ramsey, Xhaka, Mkhitaryan, Özil, Welbeck, Aubameyang
Subs: Ospina, Maitland-Niles, Chambers, Holding, Elneny, Iwobi, Nketiah

Arsenal: Ederson, Walker, Kompany, Otamendi, Danilo, De Bruyne, Gündoğan, D Silva, B Silva, Sané, Aguero
Subs: Bravo, Laporte, Stones, Foden, Touré, Zinchenko, Jesus


Quatro dias depois, o Manchester City serviu a mesma receita ao Arsenal. Três golos sem resposta, agora em contexto de Premier League e em pleno Emirates, a demonstrar mais uma vez o que há muito se sabe: este City é uma máquina trituradora e o Arsenal enfrenta graves problemas defensivos ao nível do futebol distrital.

Com linhas azuis no relvado face à queda de neve, também o domínio foi em tons de azul desde muito cedo. Bernardo Silva saltou para o onze e foi o português que trouxe o primeiro momento do jogo: Sané arrancou por ali fora, encontrou espaço para servir Bernardo Silva e o português puxou a bola para a esquerda e fez um arco perfeito na direção do canto superior esquerdo. O início do descalabro do Arsenal.

O pesadelo de Wenger prosseguiria, com mais dois golos para os Citizens até aos 33 minutos: mais uma arrancada de Sané, bola para Agüero, bola para David Silva e o 2-0 com toque do espanhol. Arrancada de Agüero, bola para De Bruyne, bola para Walker, entrega a Sané... e o 3-0. Tudo fácil, demasiado fácil, irritava só de ver.

Era por demais evidente que a noite era, mais uma vez, do City, como havia sido na final da Taça da Liga inglesa. Os homens de Guardiola trocavam a bola com uma fluidez impressionante, subiam no terreno de forma natural, veloz, feroz. Não houve quarto golo antes do intervalo, mas podia ter havido, não fosse Cech a fazer a sua primeira defesa da noite aos 39 minutos a remate de Agüero.

Nos primeiros minutos do segundo tempo, o Arsenal teve uma oportunidade de ouro para, pelo menos, reduzir a desvantagem, mas aí foi Ederson a brilhar: o guardião brasileiro travou o penálti de Aubameyang.

O Arsenal procurou aplicar alguma pressão, construiu uma ou outra ocasião, mas nada saía bem aos Gunners no ataque. Um remate de Aubameyang aos 59 minutos passou perto da baliza, mas Ederson voltou a sorrir.

Não havia volta a dar. Os três pontos eram para o Manchester City e o ar resignado de Arsène Wenger era evidente. O treinador francês nem sequer fez uma substituição e viu a sua equipa ficar ainda mais longe dos lugares de acesso à Liga dos Campeões. A polémica e a contestação vai continuar, mas Arsène Wenger nem sequer quer saber.

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