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Seleção levou Giroud à mudança



Olivier Giroud revelou que Didier Deschamps, seleccionador francês, disse que o avançado teria de sair do Arsenal se quisesse ter esperanças de ir ao campeonato do Mundo do próximo verão na Rússia.

O internacional francês de 31 anos acabou então por se mudar para o Chelsea, apesar do interesse de outros clubes como Borussia Dortmund, Sevilha ou AS Roma, numa transferência avaliada em 17 milhões de euros.

A sua mudança veio acontecer depois de cair ainda mais nas escolhas de Arsène Wenger no Arsenal e Giroud foi avisado para trocar de clube para o bem da sua carreira internacional.

"Deschamps não me encorajou a mudar para o Chelsea, encorajou-me a mudar de clube", disse o avançado francês ao canal televisivo do seu país Telefoot.

"Toda a gente sabe da minha ligação à seleção francesa e cada vez que visto aquela camisola é sempre com muito orgulho".

"Por isso é óbvio que quero jogar o campeonato do mundo na Rússia, que será certamente o meu último, e por isso preciso de todas as oportunidades para jogar".

"Uma semana antes do fecho do mercado é verdade que falámos sim [Giroud e Deschamps]. Precisava da sua opinião".

A titularidade de Giroud no Arsenal ficou em risco esta temporada com a chegada de Alexandre Lacazette no verão. Ainda assim o avançado decidiu ficar e lutar pelo seu lugar, garantindo ainda nove golos pelos Gunners na primeira metade da temporada.

No entanto a chegada de Pierre-Emerick Aubameyang no mercado de inverno foi a gota de água para o francês decidir sair.

"A minha escolha foi simples".

"No último verão decidi ficar no Arsenal e lutar pela titularidade, mesmo com a chegada de Alexandre Lacazette. Mas a verdade é que o treinador quis ir buscar ainda outro avançado".

"Com a contratação de Aubameyang pelo Arsenal iriam ficar pelo menos três avançados para lutar. Por essa lógica decidi sair do clube".

"É óbvio que há algum desapontamento. Mas é compreensível. Mesmo tendo passado cinco anos e meio lá é lógico que a minha carreira evolui e tive a necessidade de procurar um novo desafio".

"Podia ter ficado mas necessitava de outras soluções. A minha intenção era ficar na Premier League e o Chelsea tornou-se uma excelente opção para mim. Houve o interesse do Dortmund, mas apenas para empréstimo. O Sevilha também esteve interessado e o meu agente disse-me que recebeu também uma chamada da Roma a determinada altura".

"Mas a minha escolha foi óbvia e clara a partir do momento em que soube que Antonio Conte queria trabalhar comigo".

E assim, o avançado quebra o silêncio e fala abertamente da sua saída do Arsenal ao fim de cinco temporadas no Emirates.

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